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G.R.E.S. BEIJA-FLOR DE NILÓPOLIS

Fundação: 25 de dezembro de 1948

Cores: Azul e Branco

Presidente: Farid Abraão David

Carnavalescos: Alexandre Louzada, Fran Sérgio, Laíla e Ubiratan Silva

Enredo para 2009: "No Chuveiro da Alegria, quem Banha o Corpo Lava a Alma na Folia"

Títulos: 1976, 1977, 1978, 1980, 1983, 1998, 2003, 2004, 2005,2007,2008.

Quadra: Rua Pracinha Walace Paes Leme, 1025 - Nilópolis

Barracão: Cidade do Samba - Barracão nº 11

Componentes para desfile: 4000

Intérprete Oficial: Neguinho da Beija-Flor

1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: N/D

Mestre de Bateria: Paulinho

Site Oficial: www.beija-flor.com.br


HISTÓRIA

A Beija-Flor de Nilópolis nasceu nas comemorações do Natal de 1948. Um grupo formado por Milton de Oliveira (Negão da Cuíca), Edson Vieira Rodrigues (Edinho do Ferro Velho), Helles Ferreira da Silva, Mário Silva, Walter da Silva, Hamilton Floriano e José Fernandes da Silva resolveu formar um bloco que, depois de várias discussões, por sugestão de D. Eulália de Oliveira, mãe de Milton, recebeu o nome de Beija-Flor (inspirado no Rancho Beija-Flor, que existia em Marquês de Valença). Dona Eulália foi admitida como fundadora.

Em 1953, o Bloco Associação Carnavalesca Beija-Flor, vitorioso no bairro, foi inscrito por Silvestre David do Santos (Cabana) integrante da ala dos compositores, como escola de samba, na Confederação das Escolas de Samba, para o desfile oficial de 1954, no segundo grupo.

No seu primeiro desfile, em 1954, foi campeã passando para o grupo I, no qual permaneceu até 1963. Em 1974, retornou para o Grupo I, resultado do bom trabalho desenvolvido por Nelson Abraão David. Em 1977, Aniz Abraão David assume a Presidência e projeta a Escola de Samba de Nilópolis como uma das mais famosas do mundo.

 


 

 

Sambas-enredo (clique no ano e ouça o samba):

 

G.R.E.S. UNIDOS DO VIRADOURO

Fundação: 24 de junho de 1946

Cores: Vermelho e Branco

Presidente: Marco Lira

Carnavalesco: Milton Cunha

Enredo para 2009: "Vira-Bahia, pura energia!"

Títulos: 1997

Quadra: Avenida do Contorno, 16 - Barreto - Niterói

Barracão: Cidade do Samba

Componentes para desfile: 4500 (aproximadamente)

Intérprete Oficial: Nêgo

1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: N/D

Mestre de Bateria: Ciça

Site Oficial: www.unidosdoviradouro.com.br


HISTÓRIA

 

Escola de samba dezoito vezes campeã em Niterói, no ano de 1986 se apresentou no carnaval da cidade do Rio de Janeiro, no Grupo 4, sem concorrer.
            A partir de 1987, juntamente com sua co-irmã, Cubango, também várias vezes campeã na cidade de Niterói, começou a participar do concurso carioca, mas não sendo feliz, pois obteve apenas uma quinta colocação no grupo mais inferior. Mas em 1988, fez um bom desfile e ao conquistar o 2° lugar garantiu o direito de subir de grupo. Em 1989, apresenta um carnaval de grande efeito, tirando o 1° lugar. No ano de 1990 desfilou no grupo 1.
           A Unidos do Viradouro chegou ao título máximo do carnaval de 1997, graças ao importante trabalho desenvolvido pelo seu presidente de honra José Carlos Monassa Bessil.

 

 


 

 

Sambas-enredo (clique no ano e ouça o samba):

 

G.R.E.S. IMPÉRIO SERRANO

Fundação: 23 de março de 1947

Cores: Verde e Branco

Presidente: Humberto Soares Carneiro

Carnavalesca: Márcia Lávia

Enredo para 2009: "A Lenda das Sereias e os Mistérios do Mar" (reedição do carnaval de 1976)

Títulos: 1948, 1949, 1950, 1951, 1955, 1956, 1960, 1972, 1982.

Quadra: Av. Ministro Edgard Romero, 114 - Madureira

Intérprete: Gonzaguinha

Pres. da Bateria: Mestre Átila

Rainha da Bateria: Quitéria Chagas

1º Casal Mestre Sala e Porta-Bandeira: N/D

2º Casal Mestre Sala e Porta-Bandeira: N/D

Barracão: Cidade do Samba

Componentes para desfile: 3800 (aproximadamente)

Site Oficial: www.imperioserrano.com


HISTÓRIA


História todas as escolas de samba têm: foram fundadas por uma pessoa ou por um grupo, enfrentaram dificuldades no começo, cresceram, se firmaram, ganharam títulos... Mas a história da Império Serrano é uma das mais bonitas, porque ela está ligada ao desejo de justiça, democracia e participação. Tudo começou no Prazer da Serrinha . O pessoal saía nessa escola, comandada por Alfredo Costa . "Seu" Alfredo era o dono, mandava e desmandava, e no carnaval de 46 chegou ao cúmulo de desprezar na hora do desfile o samba Conferência de São Francisco , de Silas de Oliveira e Mano Décio da Viola, que fora ensaiado com antecedência e feito especialmente para "contar" o enredo apresentado pela escola, o que na época era novidade. "Seu"Alfredo cismou, de repente, de mandar cantar um antigo samba de terreiro, No alto da colina, e o resultado foi a péssima colocação da escola, uma das favoritas naquele ano.

O pessoal achou que era demais. Sebastião de Oliveira , o Molequinho, com seus irmãos, compadres e amigos, resolveu fundar uma escola de samba que fosse inovadora em tudo. E principalmente na questão de ninguém poder dar ordens que não admitissem discussão, de ninguém ter de abaixar a cabeça mesmo sem concordar. Adeus, seu Alfredo Costa. Adeus, Prazer da Serrinha. Agora todo mundo vai poder opinar, todo mundo vai querer ser ouvido: nascia o Império Serrano. Era 23 de março de 1947.
Foi na casa da Dona Eulália , na Rua Balaiada, no coração do morro da Serrinha, que a idéia de Molequinho se tornou realidade: saiu reunindo num caderno as assinaturas dos que o apoiavam.

O nome foi sugerido por ele, mas na escolha das cores ele foi voto vencido - era, enfim, a democracia que chegava - e prevaleceu a sugestão do compositor Antenor, pintando de verde e branco o morro da Serrinha, o subúrbio de Madureira e o carnaval carioca.

Para a existência da nova escola foi fundamental o apoio e a experiência de Elói Antero Dias , líder comunitário de grande importância para a consolidação da cultura brasileira em nossa cidade. Como seu genro João de Oliveira, conhecido como João Gradim, irmão de Molequinho e D. Eulália, foi o primeiro presidente da nova agremiação, o Mano Elói, como era chamado, e não poupou esforços para que o Império Serrano se impusesse, desde o primeiro momento, como algo novo e diferente.
Mas ninguém poderia prever naquele instante que a escola que nascia iria ser nove vezes campeã do carnaval carioca e assumir uma importância cultural bem maior do que simples resultados de desfiles.

O Império Serrano nasceu sob o signo da liberdade de expressão, de opinião. E esta luta continua até hoje. A império-serranidade fala mais alto e ninguém baixa a cabeça. Por isso, nunca houve um dono, ou patrono, fenômeno comum hoje em dia e que ajudou tantas outras escolas a crescerem.

Mas há muitos donos: os sócios, os freqüentadores, os torcedores, os admiradores desta linda história, que vai sendo escrita a cada ano não sem dificuldades - a democracia tem seu preço - mas com muita paixão, que é coisa que não falta neste abençoado pedaço de chão entre Madureira e Vaz Lobo .

 


 

 

Sambas-enredo (clique no ano e ouça o samba):

 

 

G.R.E.S. ESTAÇÃO PRIMEIRA DE MANGUEIRA

Quadra: Palácio do Samba
               Rua Visconde de Niterói, 1072- Mangueira
               Tel. (21) 3872-6786/ 6787
               Fax (21) 2567-4637
               E-mail: epm@mangueira.com.br

Site: www.mangueira.com.br

Barracão:Cidade do samba
                  Rua Rivadávia Corrêa, 60, barracão 13-Gamboa
                  Tel. (21) 2518-8327
                  Fax (21) 2518-4088
                  E-mail: barracaoalegorias@mangueira.com.br

Assessoria de Imprensa: Freecom Comunicação
                                            Márcia Rosário
                                            Tel. (21) 2215-0773
                                            Cel. (21) 9132-2577
                                            Nextel (21) 7822-0101
                                            ID 23*16506
                                            E-mail: marcia@freecom.ppg.br
Fotógrafo oficial: Peter ilicciev

Campeonatos: 18 títulos - Anos 1932/ 1933/ 1934/ 1940/ 1949/ 1950/ 1954/ 1960/ 1961/ 1967/ 
                                               1968/ 1973/ 1984/ 1984 (Super Campeã)/ 1986/ 1987/ 1998/ 2002

Colocação em 2007: 3º lugar
Fundação: 28 de abril de 1928
Fundadores: Saturnino, Marcelino, Seu Euclides, Pedro Caim, Cartola, Zé Espinguela, Abelardo da Bolinha e Carlos Cachaça
Presidente de Honra e Baluarte: Jose Bispo dos Santos (Jamelão)
Presidente:  Eli Gonçalves (Chininha, filha de Dona Neuma)
Presidente do Conselho de Carnaval: Celso Rodrigues
Carnavalesco: Roberto Szaniecki
Coreógrafo da Comissão de Frente: Carlinhos de Jesus
Intérprete: Luizito
Auxiliares: Lequinho, Eraldo Caê, China Branco e Zé Paulo
Diretor musical do carro de som: Jorge Cardoso
Casal de Mestre-sala e Porta-bandeira: 1º casal de mestre-sala e porta-bandeira: Marquinhos e Giovanna
                                                                      2º casal de mestre-sala e porta-bandeira: Matheus e Débora
Presidente da Velha-Guarda: Ed Miranda
Presidente da Ala das Baianas: Nelcy Gomes
Presidente do Depto Feminino: Vera Ferreira
Presidente da Ala dos Compositores: Jerônimo Costa
Presidente da Mangueira do Amanhã - Helcy Gonçalves (Cici, filha de Dona Neuma)
Diretor de harmonia: Olivério Ferreira (Xangô da Mangueira)
Diretor de barracão: Aramis dos Santos
Presidente da Ala da bateria: George Teixeira Gomes (Bill)
Mestre de Bateria: Jorge Costa de Oliveira (Taranta)
Diretores auxiliares: Fábio André Nunes, Wesley da Silva Assumpção e Alexandre Vieira da Silva (Marrom)
Rainha de bateria 2008: Gracyanne Barbosa
Madrinha da Bateria: Neide dos Santos (desde 1960)

Samba-enredo 2008: "100 anos do frevo, é de perder o sapato.  Recife mandou me chamar..." 
Autores: Lequinho, Jr. Fionda, Francisco do Pagode, Silvão e Aníbal
Ordem do Desfile de 2008: Domingo (03/02) - 5ª escola a desfilar - entre 1h20 a 2h20
Nº de componentes: 4.500
Nº de alas: 28
Nº de alegorias: 8
Nº de integrantes da comissão de frente: 15
Nº de ritmistas: 280
Nº de casais de mestre-sala e porta-bandeira: 2
Nº de baianas: 120
Nº de crianças: 120
Nº de compositores: 50
Nº de componentes da Velha-Guarda: 64
Nº de Baluartes (Conselho Superior): 22
Nº Destaques: 14 

Setores
1º SETOR – RECIFE MANDOU ME CHAMAR
2º SETOR – BAILE DE MASCARAS
3º SETOR - DRAGÕES DE MOMO
4º SETOR - AMOR DE CARNAVAL
5º SETOR – BLOCO DAS FLORES
6º SETOR - O MARACATÚ
7º SETOR - O FREVO
Calendário carnaval
Ensaios de quadra:
Sábados às 22h

Ensaios da Ala das baianas:
Quarta-feira às 19h-CIEP Nação Mangueirense-Vila Olímpica da Mangueira

Ensaios da Mangueira do Amanhã:
Segunda-feira às 19h- quadra

Ensaios técnicos na Marquês de Sapucaí: 
Dia 04/01/2008-Ensaio técnico às 21h
Dia 13/01/2008-Ensaio técnico às 19h

Desfiles na Sapucaí
Dia 01/02/2008-Desfile da Mangueira do Amanhã- Marquês de Sapucaí
Dia 03/02/2008-Desfile do Grupo Especial-Marquês de Sapucaí entre 1h20 até 2h20

Bloco dos Arengueiros
Dia 27/01/2008-Bloco dos Arengueiros às 15h-Av.Atlântica-Posto 6
Dia 05/02/2008-Bloco dos Arengueiros às 18h- Candelária

Festas comemorativas
Dia 20/01/2008-Festa do 69º  Aniversário da Ala de compositores às 13h-Quadra

 


HISTÓRIA


Carlos Cachaça, nascido em Mangueira, nas proximidades do morro, no dia 3 de agosto de 1902, foi testemunha da primeira vez em que os mangueirenses ouviram um samba. Até então, eles cantavam e dançavam o jongo e os lundus do folclore ou os maxixes que aprendiam nas festas da igreja da Penha, numa época em que o rádio ainda não existia (a primeira emissora brasileira, a Rádio Sociedade, surgiria em 1923). No carnaval, divertiam-se dançando nos cordões e nos ranchos.

Antes da existência do Morro de Mangueira, havia também o carnaval elegante, com bailes de máscaras realizados geralmente em hotéis. A classe média , por sua vez, aderiu imediatamente ao desfile dos carros alegóricos das grandes sociedades, dividida em torcidas a favor da Tenentes do Diabo, da Democrática e da Fenianos, as mais importantes da época, todas fundadas entre 1860 e 1870. Os pobres divertiam-se nos cordões, a primeira solução encontrada pelos foliões para brincar em grupo. Seus integrantes saíam fantasiados (mascarados, palhaços, diabos, reis, rainhas e outros), em dois tipos de cordões, o de "velhos"(todos dançavam envergados, imitando velhos) e os cucumbis, em que predominava a batucada, na base de adufos, cuícas e reco-reco. O cronista João do Rio dedicou várias páginas à descrição dos cordões.

Os ranchos carnavalescos surgiram no Rio de Janeiro em 1893, sendo o primeiro deles o Rei de Ouro, fundado pelo baiano Hilário Jovino Ferreira, no bairro da Saúde. Em pouco tempo, os ranchos espalharam-se pela cidade, ganhando logo a preferência dos foliões pela sua música sempre lírica, pela dança e por apresentar novidades como o enredo, os instrumentos de cordas e de sopro e os personagens como a porta-estandarte e o mestre-sala, sendo estes cercados nos desfiles por meninos fantasiados conhecidos como porta-machados. O rancho mais famoso da história foi o Ameno Resedá, que contava, entre os seus admiradores, com o escritor Coelho Neto.

Desde 11 de maio de 1852, quando se inaugurou nas proximidades da Quinta da Boa Vista o primeiro telégrafo aéreo do Brasil, a elevação vizinha da Quinta era conhecida como Morro dos Telégrafos. Pouco depois, foi instalada ali perto uma indústria com o nome de Fábrica de Fernando Fraga, que produzia chapéus e que, em pouco tempo, passou a ser conhecida como "fábrica das mangueiras", já que a região era uma das principais produtoras de mangas do Rio de Janeiro. Não demorou muito para que a Fábrica de Fernando Fraga mudasse para Fábrica de Chapéus Mangueira. O novo nome era tão forte que a Central do Brasil batizou de Mangueira a estação de trem inaugurada em 1889. A elevação ao lado da linha férrea também começou a ser chamada de Mangueira, enquanto o antigo nome de Telégrafos permaneceu para identificar apenas uma parte do morro. Atualmente, Telégrafos, Pindura Saia, Santo Antônio, Chalé, Faria, Buraco Quente, Curva da Cobra, Candelária e outros são pequenos núcleos populacionais que formam o complexo do Morro de Mangueira.

O morro tinha dono. Era o Visconde de Niterói (Francisco de Paula Negreiros Saião Lobato), que o recebeu como presente do Imperador Pedro II. Mas ele já estava morto quando os primeiros moradores instalaram os seus barracões, e outros, mais espertos, construíam moradias para alugar, como foi o caso do português Tomás Martins. Padrinho do futuro compositor e poeta Carlos Moreira de Castro, que seria imortalizado pelo apelido de Carlos Cachaça, que aos oito anos de idade vivia no morro, aponta o padrinho como o verdadeiro fundador do Morro de Mangueira, por ter sido o primeiro a explorá-lo como local de moradia. Aos dez anos, Carlos Cachaça tinha a incumbência de assinar os recibos dos aluguéis, já que o português Tomás Martins era analfabeto.

Em 1908, a prefeitura carioca decidiu reformar a Quinta da Boa Vista e, para isso, demoliu dezenas de casinhas ali construídas por soldados que serviam no 9° Regimento de Cavalaria. Com a permissão de carregar os restos da demolição para onde bem entendessem, os militares escolheram instalar-se no Morro de Mangueira. Outro fato que serviu para aumentar a população da área foi o incêndio que, em 1916, destruiu inúmeros casebres do Morro de Santo Antônio, no centro da cidade. Surgia assim em Mangueira uma comunidade de gente pobre, constituída quase que na totalidade por negros, filhos e netos de escravos, inteiramente identificada com as manifestações culturais e religiosas que caracterizavam esse segmento social e racial. Do Natal ao Dia de Reis, em 6 de janeiro, conjuntos de pastores e pastorinhas percorriam o morro entoando as suas cantorias. Os católicos construíram uma capela a Nossa Senhora da Glória, que passou a ser a padroeira do morro. O candomblé e a umbanda tinham muitos adeptos, e alguns casebres serviam de templos, sendo o principal deles o de Tia Fé (Benedita de Oliveira), uma mineira (segundo Carlos Cachaça) ou baiana (segundo o neto Sinhozinho, presidente da Estação Primeira na década de 70), que trajava-se diariamente de baiana, e em cuja casa realizavam-se as grandes festas de Mangueira. Em 1935, houve uma tentativa de descendentes do Visconde de Niterói de despejar os moradores do morro, mas estes foram socorridos pelo prefeito Pedro Ernesto. Uma nova tentativa, em 1964, feita por um português de sobrenome Pinheiro, que dizia ter adquirido os bens da família Saião Lobato, esbarrou num decreto do governador Carlos Lacerda, desapropriando todo o Morro de Mangueira

 

 


 

 

Sambas-enredo (clique no ano e ouça o samba):

 

G.R.E.S. PORTELA

Fundação: 11 de abril de 1923

Cores: Azul e Branco

Presidente: Nilo Figueiredo

Carnavalesco: Lane Santana e Jorge Caribé

Enredo para 2009: "E por Falar em Amor...Onde anda Você?"

Títulos: 1935, 1939, 1941, 1942, 1943, 1944, 1945, 1946, 1947, 1951, 1953, 1957, 1958, 1959, 1960, 1962, 1964, 1966, 1970, 1980, 1984.

Quadra: Rua Clara Nunes, 81 - Madureira

Barracão: Cidade do Samba

Componentes para desfile: 4500 (aproximadamente)

Intérprete Oficial: Gilsinho

1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Diego Falcão e Alessandra Bessa

2° Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Jefferson Souza e Kátia Paz

Coreógrafo da Comissão de Frente: Jorge Teixeira

Rainha de Bateria: Adriana Bombom

Mestre de Bateria: Mestre Nilo Sérgio

Nº de intergrantes da bateria: 300

Nº De Baianas: 120

Nº de alas: 38

Nº de Carros Alegóricos: 7

Obs.: Esta ficha técnica foi atualizada em janeiro de 2008 pela assessoria de imprensa da escola

 

Site Oficial: www.gresportela.com.br


HISTÓRIA

Criada em 1644, a antiga freguesia de Irajá se estendia por uma vasta região ocupada por fazendas. Esta imensa área, ao longo dos séculos XVIII e XIX, chegou a ter 13 engenhos de açúcar produtivos e importantes economicamente.

Entre eles, talvez o mais próspero, merece destaque o Engenho do Portela, cujos escravos, no labor do dia-a-dia, contribuiriam para engrandecer a região que se estendia da Fazenda do Campinho até o Rio das Pedras, e que mais tarde herdaria o nome do boiadeiro e mercador mais famoso da localidade: Lourenço Madureira.

Em fins do século XIX e início do século XX, a economia da região, amparada principalmente na força do trabalho escravo, entra em uma inevitável crise. Os antigos latifúndios são aos poucos repartidos por pessoas pobres que fugiam das reformas urbanas que ocorriam no centro da capital da jovem República Brasileira. O trem, chegado em 1890, trazia diariamente um grande contingente de pessoas desprovidas de qualquer bem material para os já conhecidos subúrbios. Especialmente, merece destaque a brava população que, enfrentando todos os tipos de dificuldades, ocupou a região próxima ao Rio das Pedras através da antiga estação de Dona Clara. Mais tarde, a ainda jovem localidade, que herdou o nome do Rio vizinho, receberia o definitivo nome de Oswaldo Cruz em 1904, homenagem do Prefeito Pereira Passo ao grande sanitarista que exterminou a febre amarela no Rio de Janeiro.

Os negros trouxeram sua música, sua dança, sua religião e sua inigualável forma de enfrentar a dor através da arte para a "roça". Foram estes negros, muitos deles vindos de outras partes do Brasil, sobretudo de Minas Gerais e do antigo Estado do Rio, que plantaram a semente da batucada nas festas da região. O cavalo torna-se o principal meio de transporte. Imensos valões dificultavam a passagem dos moradores. Não havia água, luz ou qualquer tipo de conforto já comum nos bairros mais abonados da cidade. O antigo engenho cedeu espaço e nome para a principal via da região: a estrada do Portela.

Os primeiros portelenses foram verdadeiros alquimistas. Magos capazes de transformar dor em arte, e sofrimento em notas musicais. A dificuldade, em suma, foi a matéria-prima das primeiras composições da PORTELA.

Esta integração foi fundamental para a história da Portela, pois possibilitou uma vida social marcada por festas religiosas, batucadas e jongo, manifestação cultural herdada dos antepassados escravos.

COMO TUDO COMEÇOU ...

Em 1923, existiam em Oswaldo Cruz, os blocos carnavalescos Bainaninha de Oswaldo Cruz e Quem fala de nós come mosca. O primeiro, formado por adultos, entre eles: Galdino Marcelino dos Santos, Antônio Caetano, Antônio Rufino e Candinho (primeiro mestre de canto, hoje intérprete de samba) e Paulo Benjamim de Oliveira , o Paulo da PORTELA (segundo mestre de canto), Claudionor Marcelino, irmão de Gaudino José da Costa, Álvaro Sales, Angelino Vieira, Manoel Barbeiro, Alfredo Pereira da Costa, Carminha, Benedito do Braz (componentes), e o segundo, formado por crianças. A festeira dona Esther Maria de Jesus, do Come Mosca, por ter muita influência na área política da época, conseguiu toda a legalização na polícia (Registro e Permissão de Funcionamento) para o bloco sair. O Come Mosca, por ser comporto por crianças saia a penas durante o dia. O Baianinha, que descia à noite para a Praça Onze, levava emprestada a licença do Come Mosca. O fato fazia com que muita gente confundisse os blocos.

Em 1926 foi fundado, embaixo de uma mangueira, na casa de seu Napoleão (pai de NATAL), o bloco carnavalesco Conjunto Oswaldo Cruz, que foi a fusão dos Blocos Baianinha e Come Mosca, tendo como principais responsáveis: Paulo Benjamim de Oliveira, Antônio Caetano e Antônio Rufino, sendo feita a primeira Junta Governativa - Paulo da Portela(Presidente), Antônio Caetano(Secretário) e Antônio Rufino(Tesoureiro).

A PORTELA E SÃO SEBASTIÃO

Em 1929, dia 20 de Janeiro (Dia de Oxossi), Heitor do Prazeres, representante do Conjunto vence o primeiro concurso entre as Escolas de Samba e, na volta para Oswaldo Cruz, troca o nome do conjunto por Quem Nós Faz é o Capricho. Inconformado, em 1930, Manuel Bam Bam Bam, assume do controle do grupo e transforma o Quem Nós Faz é o Capricho em Vai como pode. Apesar de ser citado apenas Vai como pode, como o bloco antecessor da PORTELA, os pioneiros são os Baianinhas e Come Mosca. Por isso , a data de fundação da escola é 11 de abril de 1923.

O Batismo da PORTELA, foi realizado por dona Esther Maria de Jesus (do Bloco Come Mosca), que consagrou Nossa Senhora da Conceição (Oxum) como madrinha e São Sebastião (Oxóssi) como padrinho. Hoje, Nossa Senhora da Conceição é a padroeira da escola, e São Sebastião é o santo protetor da bateria. Todo dia 20 de janeiro a PORTELA sai às ruas em procissão a São Sebastião. Muitos afirmam que as características peculiares da bateria da PORTELA foram inspiradas nas batidas dos atabaques para Oxossi.

AS SEDES

A primeira sede da PORTELA foi na casa de PAULO DA PORTELA, na Barra Funda.
A segunda, na Estrada do Portela nº 412, onde mais tarde foi construído o Bar do Nozinho.
A terceira na Estrada do Portela, onde foi construído depois a Portelinha, e a quarta, na Rua Arruda Câmara que passou a se chamar Rua Clara Nunes (famosa portelense) após sua morte, o Portelão.

 


 

 

Sambas-enredo (clique no ano e ouça o samba):

 

 

Fundação: 4 de abril de 1946

Cores: Azul e Branco

Presidente: WILSON ALVES VIEIRA (MOISÉS)

Carnavalescos: Alex de Souza e Paulo Barros

Enredo para 2009: "Neste Palco da Folia, é minha Vila que anuncia: "Theatro Municipal - A Centenária Maravilha""

Títulos: 1988, 2006

Quadra: Avenida Boulevard Vinte e Oito de Setembro, nº 382 - Vila Isabel

Barracão: Cidade do Samba

Componentes para desfile: 3.600

Intérprete Oficial: Tinga

1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Rafael e Ruth

Mestre de Bateria: Mestre Mug

Site Oficial: www.gresunidosdevilaisabel.com.br


 

HISTÓRIA

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos de Vila Isabel, foi fundado no dia 04 de abril de 1946, por Antonio Fernandes da Silveira (popularmente conhecido como "Seu" China, devendo-se o apelido ao fato de ter ele, os olhos muito apertados, à maneira oriental), que foi também o 1º presidente da escola, e por Antônio Rodrigues ( Tuninho Carpinteiro ), único fundador vivo.

FUNDADORES

· Antonio Fernandes da Silveira ("Seu" China)
· Ailton Cleber
· Antonio Rodrigues (Tuninho carpinteiro)
· Ari Barbosa
· Cesso da Silva
· Joaquim José Rodrigues (Quinzinho)
· Osmar Mariano
· Paulo Gomes de Aquino (Paulo Brazão)
· Servan Heitor de Carvalho



ORIGEM:

"Seu" China, que morava no morro do Salgueiro e mudou-se mais tarde para o morro dos Macacos em Vila Isabel, encontrou um bloco no bairro fundado por Ailton Pinguim, por volta de 1940, denominado Acadêmicos da Vila, cujas cores eram vermelho e branco. Na época, era um bloco muito admirado e respeitado pela maneira organizada como desfilava pelo bairro, sendo a maioria dos seus componentes moradores do morro do Pau da Bandeira. No domingo de Carnaval do ano de 1946, "Seu" China conversava com um grupo de amigos em um bar, situado na Praça Sete, esquina com a Rua Barão de São Francisco, quando de repente a sua atenção, como num passe de mágica, foi despertada para o lado do Bloco Acadêmicos da Vila, que por ali passava com os seus componentes fantasiados e isolados por uma corda, parecendo uma mini Escola de Samba, como observou "Seu" China, nascendo, à partir daquele momento, a idéia de fundar em Vila Isabel uma Escola de Samba. Logo após o Carnaval daquele ano, "Seu" China, já acompanhado de alguns elementos que iriam fazer parte da futura Escola de Samba, reuniu-se com os integrantes do Bloco Acadêmicos da Vila, que de pronto aceitaram a idéia de se formar uma Escola de Samba no bairro de Noel, como também, de mudar as cores do mesmo para azul e branco em homenagem ao "Seu" China, que antes fazia parte da Escola de Samba Azul e Branco do Salgueiro. Também houve apoio dos componentes do Bloco de Dona Maria Tataia, que era conhecido pelo fato de seus integrantes serem considerados "pessoas de família" e ter entre os seus principais instrumentos pistons, trombones e clarinetas.

PRIMEIROS COLABORADORES:

· 1º Diretor Geral: Paulo Brazão
· 1º Diretor de Harmonia: Paulo Brazão
· 1º Diretor de Bateria: Osmar Mariano
· 1º Tesoureiro: Antonio Rodrigues
· 1º Secretário: Ari Barbosa
· 1º Procurador: Joaquim José Rodrigues
· 1º Representante: José Ferreira Leite (antiga União Geral das Escolas de Samba).
· 1º Compositor: Paulo Brazão.
· 1ª Diretora da Ala das Baianas: Dulcinéia Gomes de Aquino (irmã de Paulo Brazão).
· 1º Mestre-Sala: Tião Arroz
· 1ª Porta-Bandeira: Raquel Amaral
· 1ª Rainha da Escola: Célia Fernandes de Souza

Os primeiros ensaios da Unidos de Vila Isabel foram realizados na Rua Senador Nabuco nº 248 - c/3, quintal da residência do "Seu" China.

Em seu primeiro desfile (1947), a Unidos de Vila Isabel tinha apenas 100 componentes: 27 Ritmistas, 13 Baianas e mais 50 pessoas, sendo algumas delas da diretoria.

Em 1948, em concurso organizado pela União Geral das Escolas de Samba, Paulo Brazão foi eleito o 1º Cidadão Samba do Rio de Janeiro.

Os principais seguidores da 1ª dupla de Mestre-Sala e Porta-Bandeira da Unidos de Vila Isabel foram: Gelson e Jandira e Antoniozinho e Angélica.

Peti (já falecida), foi uma das primeiras baianas da Escola.

Além de Paulo Brazão, faziam parte do Grupo de Compositores (não havia Ala): Tião Graúna, Severo Gomes de Aquino (irmão de Paulo Brazão, conhecido nas rodas de samba como Birica), Rosário, Zezé Fonfon, Simplício, Rodolfo de Souza e Djalma Fernandes da Silveira. Com o crescimento da Escola, também foi aumentando o número de componentes da Ala dos Compositores (fundada por Paulo Brazão), pertencendo ao seu quadro: Martinho da Vila, Ailton Rocha, Paulinho da Vila, Gemeu, Jonas Rodrigues, Jarbas Fernandes da Silveira, Ciro Baiano, Mariano Luz, Zé Branco, Irany (Olho Verde), Hilton Alfinito (Guadalupe), Aluisio Machado, Arroz, David da Vila e Luiz Carlos da Vila.

Fazem parte também do grupo de abnegados que colaboraram nos primeiros anos de organização do Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos de Vila Isabel: Enock (o Carioca), Clarimundo (o Mulato), Alfredo (Estrelinha), Paulo Jabar, Moacir Costa, Zé do Telhado e Mijaque.

David Corrêa em 1961, ao assumir a Presidência da Unidos de Vila Isabel, instituiu a Carteira de Componente com retrato.

Martinho da Vila, pertencia a Escola de Samba Aprendizes da Boca do Mato, e já estava com um pé no Império Serrano, quando em 1966 foi convidado por David Corrêa (do ponto), que era muito amigo do Sr. Aristides, Presidente da referida Agremiação, para ingressar na Ala dos Compositores da Unidos de Vila Isabel.

Em 1967, com o enredo "Carnaval de Ilusões", a Unidos de Vila Isabel introduziu a variação de cores nas fantasias, proporcionando um espetáculo visual de bom gosto, sem fugir as cores básicas da Agremiação.

Martinho também modificou a estruturação dos Sambas-Enredos, fazendo letras mais leves e melodias mais suaves.

*Antonio Fernandes da Silveira, o "Seu" China, faleceu em 1976, com 76 anos de idade.

DESFILES

 

G.R.E.S. MOCIDADE INDEPENDENTE DE PADRE MIGUEL

Fundação: 10 de novembro de 1955

Cores: Verde e Branco

Presidente: PAULO VIANNA

Carnavalesco: Cláudio Cavalcanti (Cebola)

Enredo para 2009: "A Mocidade apresenta: Clube Literário - Machado de Assis e Guimarães Rosa...Estrelas em poesia!"

Títulos:

Quadra: Rua Coronel Tamarindo, 38 - Padre Miguel

Barracão: Cidade do Samba

Componentes para desfile: 4000 (aproximadamente)

Intérprete Oficial: Wander Pires

1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira:

Mestre de Bateria: Jonas

Site Oficial: www.mocidadeindependente.com.br


HISTÓRIA


Originária, em 1957, de um clube de futebol, participou pela primeira vez do desfile oficial na Praça Onze, com o enredo "O Baile das Rosas", quando tirou o 5° lugar. Em 1958, foi a campeã com o enredo "Apoteose do Samba". De 1959 em diante, assumiu o Grupo 1 e não desceu mais.
            Em 1959, a bateria, sob a batuta do mestre André, deu pela primeira vez a célebre parada em frente à comissão julgadora, ficando somente a caixa-tarol tocando, mantendo o ritmo para que a escola continuasse evoluindo. Mestre André, que não usava apito habitualmente, permaneceu sambando como era sua característica. De repente, se virou para a bateria e fez um sinal que indicava que todos os instrumentos deveriam voltar. O povo passaria, mais tarde, a acompanhar tal "bossa" com o grito de "Olé".
            Em 1974, Arlindo Rodrigues apresentou o enredo "A festa do Divino" conseguindo o 5° lugar. Desde então, a escola deixa de ser conhecida apenas por sua bateria, para impor-se como grande escola de samba. Em 1979, Arlindo Rodrigues consegue o 1° lugar com "Descobrimento do Brasil".
            Ano seguinte, assume o carnaval Fernando Pinto, produzindo carnavais excepcionais e projetando-se como um dos mais criativos e inventivos carnavalescos da cidade.
            A Mocidade foi campeã do desfile do ano em que se realizou o congresso da ASTA.
            Figuras expressivas: Castor de Andrade, Paulinho de Andrade, Bete de Andrade, Ivanoy Ferreira da Silva, Olímpio Correia (Gaúcho), Maria da Glória Vieira (conhecida como Maria do Siri), que cedeu o quintal de sua residência para a escola ensaiar, antes de existir a sede na rua Coronel Tamarindo. Sua filha, Maria Helena, era a porta bandeira.

          Fundadores da escola: Silvio Trindade, Renato da Silva, Djalma Rosa, Olímpio Bonifácio (Bronquinha), Garibaldi F. Lima, Felipe de Souza (Pavão), Altamiro Menezes (Cambalhota), Alfredo Biggs.
            A primeira bandeira da escola foi oferecida pela Sra. Gilda Faria Lima. A primeira rainha da escola, eleita, foi a Sra. Neuza de Oliveira.

 

 


 

 

Sambas-enredo (clique no ano e ouça o samba):

 

 

G.R.E.S. ACADÊMICOS DO SALGUEIRO

Fundação: 05 de março de 1953

Cores: Vermelho e Branco

Presidente: Regina Celia Fernandes Duran

Carnavalesco: Renato Lage

Enredo para 2009: "Tambor"

Títulos: 1960, 1963, 1965, 1969, 1971, 1974, 1975, 1993.

Quadra: Rua Silva Teles, 104 - Andaraí

Barracão: Cidade do Samba

Componentes para desfile: 4500 (aproximadamente)

Intérprete Oficial: Quinho

1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira:

Mestre de Bateria: Marcão

Site Oficial: www.salgueiro.com.br


HISTÓRIA


Três escolas de samba existentes no morro do Salgueiro deram origem à escola: Unidos do Salgueiro, Depois eu digo e Azul e Branco do Salgueiro, todas filiadas à Confederação Brasileira. Esse número exagerado de escolas de samba em um mesmo local trazia como conseqüência o enfraquecimento das três. Os sambistas mais esclarecidos perceberam o fato e tentaram a união. A Unidos do Salgueiro, que tinha em suas fileiras o famoso Joaquim Calça Larga, não concordou, mas a Depois eu digo e a Azul e branco aderiram à idéia.
            A escola foi fundada sem a "Unidos", que pouco depois desapareceu. Em pouco tempo, a Acadêmicos do Salgueiro se tornou uma grande escola. O seu primeiro presidente foi Paulino de Oliveira e as cores, segundo Haroldo Costa, foram sugeridas por Francisco Assis Coelho (Gaúcho) de acordo com o livro Escolas de samba em desfile (de Hiran Araújo e Amaury Jório), embora algumas versões de peso indiquem o nome de Pedro Seviliano como aquele que sugeriu as referidas cores.
            A entrada de Nelson de Andrade, à partir do carnaval de 1958, desencadeou uma série de transformações na escola, que logo adotou o lema: "Nem pior, nem melhor, apenas uma escola diferente". Nelson, em 1960, leva Fernando Pamplona para organizar o carnaval da escola. Pamplona forma a equipe composta por ele, o casal Dirceu e Marie Louise Nery, Arlindo Rodrigues e o aderecista e desenhista Nilton Sá. Assim se dá início à revolução estética que culminaria anos mais tarde na ênfase ao grande visual dos carnavais modernos.

 


 

 

Sambas-enredo (clique no ano e ouça o samba):

 

 

G.R.E.S. UNIDOS DO PORTO DA PEDRA

Fundação: 08 DE MARÇO DE 1978

Cores: Vermelho e Branco

Presidente: Uberlan Jorge de Oliveira

Carnavalesco: Max Lopes

Enredo para 2009: "Não me proíbm de criar, pois preciso curiar! Sou o país do futuro e tenho muito a inventar!"

Títulos:

Quadra: Quadra: Av. Lúcio Tomé Feteira, 290 - Vila Lage - Neves - São Gonçalo - RJ

Barracão: Cidade do Samba: (Barracão nº 06)

Componentes para desfile: 4000

Intérprete Oficial: Luizinho Andanças

1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Toninho e Alessandra

Mestre de Bateria: Mestre MARCINHO

Site Oficial: www.gresuportodapedra.com.br


HISTÓRIA


O Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos do Porto da Pedra tem suas origens no antigo Porto da Pedra Futebol Clube, entidade que, já usando as cores vermelho e branco, reunia moradores do bairro Porto da Pedra, de São Gonçalo, nos anos setenta. Entre os integrantes do pequeno Clube de Futebol surgiu a idéia da formação de um Bloco de Arrastão, que desfilou em 75 e 76 pelas ruas da cidade, com imenso sucesso. Tanto que em 8 de março de 1978, adquiria personalidade jurídica e transformava-se em Bloco de Enredo. Assim surgia o B.C. Unidos do Porto da Pedra, que teve como seu 1º Presidente o Sr. Haroldo Moreira e ainda como fundadores os Srs. José Carlos Rodrigues, José Paulo de Oliveira Chaffin, Jorair Ferreira, Jorge Brum e Nilton Belomino Bispo.

Em 1979 conquistava seu primeiro campeonato com o enredo "Festa Junina". A recém-fundada agremiação retorna em 1980, com o tema "As Estações do Ano" e sagra-se bi-campeã, tendo à frente seu novo Presidente, Sr. Jorair Ferreira.

Em 1981, alcança a categoria de Escola de Samba e passa a desfilar no Grupo B, de São Gonçalo, obtendo o vice-campeonato, com o enredo "Mundo Infantil". No ano seguinte passa ao Grupo A, com enredo "No Reino da Fantasia", conquista a sua primeira vitória como Escola de Samba.

Entre os anos de 1985 e 1992, a Agremiação optou por apresentar-se somente em seu bairro de origem, em virtude de seu inesperado crescimento e das dificuldades em expandir-se para fora do município.

No início dos anos 90, a Agremiação já ensaiava numa quadra coberta, porém pequena para suas expectativas. No ano de 1993, os Srs. Jorge Luiz Guinâncio e Ubervaldo Sérgio de Oliveira, empresários que vieram dar sustentação à Escola, com apoio da comunidade local, tinham planos para fazê-la retornar ao desfile oficial de São Gonçalo. Porém, através de um trabalho do cantor e compositor Jorginho do Império e do senhor Paulo de Almeida, a Porto da Pedra recebe o convite para apresentar-se no Grupo de Acesso do Rio de Janeiro, que à época desfilava na Avenida Rio Branco.

Nesta ocasião, por sugestão de Jorge Luiz Guinâncio, um de seus "patronos", é criada a logomarca do "tigre", como símbolo oficial da Escola. Neste mesmo ano, inicia-se também a construção da Quadra de Ensaios da Agremiação, situada à Rua João Silva, nº 84, em seu bairro de origem. Este foi também um grande esforço de seus dois patronos, com a decisiva colaboração da Empresa de Transportes Rio Ita e também da Prefeitura de São Gonçalo. Considerada uma das maiores e belas Quadras de Samba, ela foi inaugurada sob a presidência de Jorair Ferreira, em 1994. Hoje este espaço é um dos maiores orgulhos de seus componentes e leva o nome de Quadra de Ensaios Sergio de Oliveira, homenageando seu inesquecível benfeitor. Assim, com o enredo "Um Novo Sol do Amanhã", em 1994, a Agremiação de São Gonçalo pisa pela primeira vez a passarela do Rio de Janeiro, obtendo um excelente vice-campeonato. Neste mesmo ano foi uma das fundadoras da LIESGA - Liga das Escolas de Samba do Grupo de Acesso. Seu Presidente, Sr. Paulo Almeida, era também o Presidente da LIESA e por seu intermédio, a Porto da Pedra é convidada a desfilar no Grupo 1, no ano de 1995, porta de entrada para o Grupo Especial, sonho de toda e qualquer Escola de Samba!

Então, já estruturada com o enredo "Campo Cidade, em Busca da Felicidade", sagra-se campeã, tendo como seu Presidente, o Sr. Jorair Ferreira e como carnavalesco, Mauro Quintaes.

Neste mesmo ano assume a Presidência o Sr. Ubervaldo Sérgio de Oliveira, de tantos méritos anteriores, e no carnaval seguinte, 1996, inicia sua trajetória no Grupo Especial trazendo o enredo "A Folia do Mundo - Um Carnaval dos Carnavais", também de Mauro Quintaes. Permaneceu no Grupo Especial, com um honroso 9º lugar. Infelizmente, neste mesmo ano, falece prematuramente o grande Ubervaldo Sergio de Oliveira, tomando posse seu Vice, Sr. Nei Sebastião.

Apesar de tal fatalidade, o futuro sorria para o Porto da Pedra, já que o Carnaval de 1997 trouxe um espetacular 5º lugar para a Agremiação, que desfilou com o enredo "No Reino da Alegria, Cada Louco com a sua Mania", ainda com a participação de Mauro Quintaes.

No ano seguinte, 1998, a Escola traz o polêmico enredo "Samba no Pé, Mãos ao alto, isto é um Assalto", e obtendo o surpreendente 13º lugar, encara pela primeira vez um rebaixamento, apesar dos aplausos que recebeu de toda a opinião pública.

Em 1999, com a garra de sempre, volta a tentar o Grupo Especial, e com o carnaval intitulado "E na Farofa do Confete, tem Limão, tem Serpentina", de autoria de Gilberto Muniz, consegue um vice-campeonato que lhe coloca outra vez entre as grandes.

Em 2000, porém, sofre novo e inesperado rebaixamento, com o enredo "Ordem e Progresso, amor e Folia no Milênio da Fantasia", do carnavalesco Jaime Cesário.

Retornando em 2001 ao Grupo de Acesso, a Porto da Pedra novamente reage e, sob a Presidência do também saudoso Eduardo Carneiro Alves, traz "Um Sonho Possível, Crescer e Viver Agora é Lei", projeto assinado pelo carnavalesco Cahe Rodrigues, conquista outra sensacional vitória.

De volta ao Grupo Especial no Carnaval de 2002, o Presidente articula com Município de Petrópolis, um enredo em homenagem àquela tradicional cidade e apresenta "Serra Acima, rumo à Terra dos Coroados", de Arthur Varella, tendo como carnavalesco Cahe Rodrigues. Obtendo a décima primeira colocação no Grupo Especial carioca. Entretanto, quis o destino levar também mais uma liderança desta Escola de Samba, tão sofrida e tão guerreira: em junho de 2001 falece Eduardo Marbella, Presidente amado e respeitado por toda a comunidade.

Assume a Presidência, o Vice-Presidente, Uberlan Jorge de Oliveira, figura tradicional na Escola, trazendo em si a determinação que também possuía seu irmão Sérgio de Oliveira, na certeza do cumprimento do dever e do respeito por sua comunidade. Apesar de todas as dificuldades, apesar das lágrimas derramadas, Uberlan Jorge de Oliveira, sua Diretoria e todos os componentes do G.R.E.S.U. Porto da Pedra sabem que a vitória sempre sorri para os que trabalham e para os que tem fé no futuro.

 

 


 

 

Sambas-enredo (clique no ano e ouça o samba):

1999
2001

 

 

G.R.E.S. ACADÊMICOS DO GRANDE RIO

Fundação: 22 de setembro de 1988

Cores: Verde, Branco e Vermelho

Presidente: Helinho de Oliveira

Carnavalesco: Cahê Rodrigues

Enredo para 2009: "Voila, Caxias! Para sempre Liberté, Egalité, Fraternité, Merci Beaucoup, Brésil! Não tem de quê"

Títulos:

Quadra:

Barracão: Cidade do Samba

Componentes para desfile: 4500

Intérprete Oficial: Wantuir

1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: N/D

Mestre de Bateria: Mestre Odilon

Site Oficial: www.granderio.org.br


HISTÓRIA


No dia 22 de março de 1988, o sonho se realizou: foi fundado o G.R.E.S. Acadêmicos de Duque de Caxias . Para que a agremiação fosse filiada à Associação das Escolas de Samba da cidade do Rio de Janeiro, teria que ser oriunda de um bloco carnavalesco. Para tal, surgiu o G.R.B.C. Lambe Copo, localizado no bairro Prainha, no Município de Duque de Caxias, e filiado à Federação dos Blocos Carnavalescos do Rio de Janeiro. Tendo apoio de quase todas as escolas de samba da Associação, de quase todos os políticos do município, da sociedade caxiense e, principalmente, dos sambistas. Reuniram-se os fundadores e foi feita a eleição para a primeira diretoria do Acadêmicos de Duque de Caxias.

O Sr. Milton Abreu do Nascimento, conhecido como Milton Perácio foi eleito Presidente e decidiu que a Escola deveria ter um Patrono e um Presidente de Honra e que deveria ser uma pessoa de influência para ajudar ou até mesmo financiar o carnaval da escola. Depois de contatar vários empresários do município sem obter êxito, foi lembrado o nome da família Soares, que acreditando no nosso ideal e dando um voto de confiança aos sambistas desta cidade aceitou o convite e a partir daí o Sr. Antonio Jayder Soares da Silva passou a ser o Presidente de Honra e o Deputado Messias Soares nosso Patrono.

O G.R.E.S Acadêmicos de Duque de Caxias iria disputar o quinto grupo de acesso das Escolas de Samba, no entanto surgiu a idéia de que a escola poderia disputar o segundo grupo e para tal teria que adotar o nome da antiga escola G.R.E.S. Grande Rio, pois a mesma já fazia parte da acima mencionado.

Depois de várias reuniões com a Diretoria os membros da antiga Escola Grande Rio, o Presidente de Honra Antonio Jayder Soares determinou que se fizesse a fusão das duas agremiações e no dia 22 de setembro de 1988 passou a ser chamar ACADÊMICOS DO GRANDE RIO .

Em 1989 com o enredo "O MITO SAGRADO DO IFÉ" , dos carnavalescos Edson Mendes e Ricardo Ayres, com o samba de autoria dos compositores Licinho e Nilson Kanema, conquistou o segundo lugar passando para o primeiro grupo. Presidente Milton Perácio.

Em 1990 a escola desfilava no primeiro grupo das escolas de samba, com o enredo "PORQUE SOU CARIOCA" dos carnavalescos Wani Araújo e Fernando Lopes, com o samba de autoria dos compositores Adão Conceição, G. Martins e Barbeirinho, conquistando assim o segundo lugar ascendendo para o Grupo Especial da Liga Independente das Escolas de Samba. Presidente Milton Perácio.

Em 1991 o G.R.E.S. ACADÊMICOS DO GRANDE RIO , fazia seu desfile na Marquês de Sapucaí entre as grandes escolas com o enredo "ANTES DURANTE E DEPOIS DO DESPERTAR DO HOMEM" , dos carnavalescos Wani Araújo e Fernando Lopes, com o samba de autoria dos compositores Andrade, Ventura e Léo, a escola não fez um bom desfile, sendo colocada em último lugar retornando assim ao primeiro grupo. Presidente Jayder Soares.

Em 1992 com o enredo "ÁGUAS CLARAS PARA UM REI NEGRO" dos carnavalescos Lucas Pinto e Sonia Regina com o samba de autoria dos compositores G. Martins, Adão Conceição, Barbeirinho, Queiroz e Nilson Kanema a escola fez um belíssimo defile, com determinação e harmoniosamente conquistou o Primeiro Lugar, retornando para o Grupo Especial. É Campeã!!! Presidente Jayder Soares.

Em 1993 o G.R.E.S. Acadêmicos do Grande Rio com o enredo "NO MUNDO DA LUA" do carnavalesco Alexandre Louzada e dos compositores Nêgo, G. Martins, Adão Conceição, Carlinhos P2, Dicró, Jacy Inspiração, Juarez Dy Galvoza, Mais Velho, Rocco Filho e Ronaldo, sendo a primeira escola de segunda-feira, com um contingente de 4.500 componentes, empolgou a Sapucaí com o seu carnaval belíssimo conquistando o nono lugar e permanecendo no Grupo Especial da Liga Independente das Escolas de Samba. Presidente Jayder Soares.

Em 1994 com o enredo "OS SANTOS QUE A ÁFRICA NÃO VIU" , do carnavalesco Lucas Pinto, com o samba de autoria dos compositores Helinho 107, Rocco Filho, Roxidiê e Mais Velho, houveram vários problemas entre as autoridades eclesiásticas tendo inclusive uma visita de representantes da igreja, pois teve uma denúncia que a escola sairia com imagens sacras, felizmente nada foi encontrado e a escola se classificou em décimo lugar, permanecendo no Grupo Especial. Presidente Helinho de Oliveira.

Em 1995 com o enredo "ESTÓRIAS PARA NINAR UM POVO PATRIOTA" , do carnavalesco Lucas Pinto o samba de autoria dos compositores Adão Conceição, Marquinhos do Açougue, Paulo Mumunha e Anízio Silva, a escola teve muitos imprevistos e contratempos, mas com a garra da comunidade e o empenho da diretoria, consegui o décimo sexto lugar, permanecendo mais uma vez no Grupo especial. Presidente Otávio Vilas Gomes.

Em 1996 com o enredo "NA ERA DOS FELIPES O BRASIL ERA ESPANHOL" do carnavalesco Roberto Szanieck o samba de autoria dos compositores Barbeirinho, Jailson e Bebeto, conquistou o décimo primeiro lugar, permanecendo no Grupo Especial. Presidente Otávio Vilas Gomes.

Em 1997 com a administração do Presidente Helinho de Oliveira o Acadêmicos do Grande Rio, apresentou o enredo "MADEIRA MAMORÉ A VOLTA DOS QUE NÃO FORAM, LÁ NO GUAPORÉ" , o carnavalesco Alexandre Louzada, o samba de autoria dos compositores Grajaú, Jarbas da Cuíca, Muralha e Sabará, a escola fez um brilhante desfile, obtendo o décimo lugar, permanecendo mais uma vez no Grupo Especial.

Em 1998 com enredo "PRESTES O CAVALEIRO DA ESPERANÇA" , do carnavalesco Max Lopes o samba de autoria dos compositores João Carlos, Quaresma e Carlinhos Fiscal, apesar de ser um enredo polêmico conseguimos levar as arquibancadas ao delírio, infelizmente não tivemos a colocação merecida e ficamos em sétimo lugar comprovando assim que a Escola de Samba Acadêmicos do Grande Rio, tornou-se um dos maiores expoentes do samba brasileiro, graças a competência, habilidade e perseverança do Presidente Helinho de Oliveira juntamente com o Presidente de Honra Jayder Soares e o Diretor de Carnaval Milton Perácio.

Em 1999 o G.R.E.S. Acadêmicos do Grande Rio fez outro grandioso desfile, com o enredo "EI EI EI CHATÔ É NOSSO REI" do carnavalesco Max Lopes e com samba dos compositores Nêgo, Barbeirinho e Deré, conseguindo assim a melhor colocação na sua história do Grupo Especial, sob administração do Presidente Helinho de Oliveira.

Em 2000 mais uma vez com o carnavalesco Max Lopes tendo como enredo "CARNAVAL A VISTA" , com o samba dos compositores Mingau, Pedrinho Messias e Jorge Mendonça, a Grande Rio fez outro brilhante desfile com o contingente de 4.500 componentes conseguindo a nona colocação no desfile das grandes escolas de samba. Tendo à frente o Presidente Helinho de Oliveira.

Em 2001 G.R.E.S. Acadêmicos do Grande Rio traz o carismático carnavalesco Joãosinho Trinta com o belíssimo enredo "GENTILEZA - X - O PROFETA DO FOGO" , samba dos compositores Ciro, Carlos Santos, Cláudio Russo e Zé Luiz. Obtendo a Sexta colocação a Grande Rio veio com a mesma garra e determinação transmitidas pelo Patrono Jayder Soares e o Presidente Helinho de Oliveira.

Em 2002 O G.R.E.S. Acadêmicos do Grande Rio, fez um maravilhoso desfile, revolucionando a cada ano que passa, com o carnavalesco Joãosinho Trinta, que trouxe o enredo "OS PAPAGAIOS AMARELOS NAS TERRAS ENCANTADAS" do Maranhão, cujos compositores são Alailson Cruz e Agenor Neto, conquistando a Sétima colocação, juntamente com o Patrono Jayder Soares e o Presidente Helinho de Oliveira.

Em 2003 O G.R.E.S. Acadêmicos do Grande Rio, fez um desfile espetacular, com o carnavalesco Joãosinho Trinta, trazendo o enredo "O NOSSO BRASIL QUE VALE" , cujos compositores são Mingau, Marco Moreno, Djalma Falcão e Derê conquistando a Terceira colocação, juntamente com o Patrono Jayder Soares e o Presidente Helinho de Oliveira.

Em 2004 O G.R.E.S. Acadêmicos do Grande Rio, fez um grande desfile, mais uma vez com o carnavalesco Joãosinho Trinta, trazendo o enredo "VAMOS VESTIR A CAMISINHA MEU AMOR" , cujos compositores são Mingau, Marco Moreno e Derê, Tendo à frente o Presidente Helinho de Oliveira.

 


 

 

Sambas-enredo (clique no ano e ouça o samba):

 

G.R.E.S. IMPERATRIZ LEOPOLDINENSE

Fundação: 06 de março de 1959

Cores: Verde, Branco e Ouro

Presidente: Luiz Pacheco Drummond

Carnavalesca: Rosa Magalhães

Enredo para 2009: "Imperatriz...Só que Mostrar que Faz Samba Também!"

Títulos: 1980, 1981, 1989, 1994, 1995, 1999, 2000, 2001.

Quadra: Rua Prof. Lacê, 235 - Ramos

Barracão: Cidade do Samba

Componentes para desfile: 4000 (aproximadamente)

Intérprete Oficial: Paulinho Mocidade

1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Ubirajara e Verônica

Mestre de Bateria: Marcone

Site Oficial: www.imperatrizleopoldinense.com.br


HISTÓRIA


Fundado em 06 de março de 1959, o Grêmio Recreativo escola de Samba Imperatriz Leopoldinense teve seu nome inspirado na Linha ferroviária da Leopoldina. As onze estrelas que douram sua bandeira são representações das estações que compunham esse ramal, que ligava o Centro ao Subúrbio do Rio de Janeiro.

Desde muito cedo a Imperatriz se mostrou majestosa, tendo como símbolo uma coroa Imperial, foi a primeira escola a criar um Departamento Cultural e conseguiu obter no mesmo ano de sua fundação um alvará de Localização. Sua sede por cinco anos foi a casa de Amaury Jório, farmacêutico e grande idealizador do GRESIL.
Com suas Cores Verde, Branco e Ouro a Imperatriz já conquistou oito campeonatos no Grupo Especial das Escolas de samba do Rio de Janeiro. Unindo uma técnica invejável na condução de seus desfiles e a garra dos seus componentes, a Imperatriz Leopoldinense se mantém como a Grande Vencedora dos Carnavais na atual marquês de Sapucaí.

 

 


 

 

Sambas-enredo (clique no ano e ouça o samba):

1978

 

 

G.R.E.S. UNIDOS DA TIJUCA

Fundação: 31 de dezembro de 1931

Cores: Azul-pavão e Amarelo ouro

Presidente: FERNANDO HORTA

Carnavalesco: Luiz Carlos Bruno

Enredo para 2009: "Tijuca 2009 - Uma Odisséia sobre o Espaço"

Títulos: 1936

Quadra: Clube dos Portuários – Av. Francisco Bicalho, 47 – Santo Cristo

Barracão: Cidade do Samba

Componentes para desfile: 4000

Intérprete Oficial: Bruno Ribas

1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: ROGERINHO e LUCINHA NOBRE

Mestre de Bateria: n/d

Site Oficial: www.unidosdatijuca.com.br


HISTÓRIA

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos da Tijuca foi fundado em 31 de dezembro de 1931 com sede própria na Rua São Miguel nº 430 no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, é uma entidade jurídica, sem fins lucrativos, com Diretoria e Conselho Fiscal eleitos, sendo suas cores o azul-pavão e o amarelo ouro.
A Unidos da Tijuca é a terceira Escola de Samba mais antiga do Rio de Janeiro. A tradição democrática da Escola :   Na origem da Escola seus componentes eram operários da Fábrica de Cigarros Souza Cruz, da Fábrica de Tecidos Maracanã, do Lanifício Alto da Boa Vista, da Fábrica de Tecidos Covilhã e de outras fábricas de menor porte localizadas nas proximidades da comunidade no bairro da Tijuca, o que explica a origem da Escola no bairro mais antigo e aristocrata do Rio, local das residências dos nobres, barões e afortunados, dos grandes parques fabris ( cigarros, tecidos ) e das fazendas de café e outros produtos, pontos fortes da economia brasileira na época.
A Unidos da Tijuca mantém uma tradição de que muito se orgulha: a de ter nos seus quadros (componentes, ritmistas, passistas, baianas e pessoal de apoio ) pessoas de todas as classes sociais, culturais e econômicas do Rio de Janeiro. A Escola de Samba Luso-Brasileira :   A Unidos da Tijuca é a única representante da Colônia Portuguesa no maior evento do Mundo, o Carnaval Carioca.
Em seus ensaios e solenidades é comum a presença de elementos da comunidade lusofana, dirigentes, associados e atletas de todas as Casas Portuguesas e do Club de Regatas Vasco da Gama, outro ícone da comunidade luso-brasileira no Brasil.
Nos desfiles de Carnaval o publico e a imprensa já esperam, na Unidos da Tijuca, a presenças dos ranchos folclóricos das Casas Portuguesas com seus trajes típicos, representando cada rancho, uma região de Portugal.
Nos últimos quinze anos, metade dos componentes e dos torcedores da Escola são portugueses e descendentes de portugueses.
Nos últimos doze anos a Unidos da Tijuca é a Escola que mais cresce a nível de torcida e simpatizantes alcançando um espaço cada vez maior na imprensa falada, escrita e televisiva.
Toda a mídia carioca reconhece a força, organização e qualidade do trabalho sério e honesto realizado pela Unidos da Tijuca em prol do Carnaval Carioca e da Comunidade Luso-Brasileira.
Nos últimos quinze anos a Escola apresenta, na maioria dos seus enredos, temas ligados a historia luso-brasileira. O trabalho comunitário, a base do sucesso :   A Escola faz, durante o ano inteiro, um forte trabalho sócio-comunitário nas áreas de educação, esporte e lazer, especialmente com crianças e pessoas da 3º idade, destacando-se : curso de formação de Mestre Sala e Porta Bandeira mirim, cursos de música, manicure, corte e costura, cabelereira, artesanato, dança de salão, informática, carpintaria, soldador, eletricista, pintor, cursos e palestras de Saúde Pública nas áreas de higiene, prevenção de doenças sexuais e pré-natal. A Escola de Samba Comunidade :   A Unidos da Tijuca tem traços de união tão fortes com as suas comunidades ( brasileira e portugueses residentes no Brasil ), que nos desfiles de Carnaval, dos 4.000 componentes que desfilam, 2.500 pertencem às suas comunidades, e destes 70% têm suas fantasias doadas pela Escola.
A comunidade carente que desfila na Escola sabe que as fantasias são doadas porque existe um grande esforço por parte da Diretoria, em angariar fundos que possibilitem a doação das mesmas.
A união de povos é uma característica especial da Unidos da Tijuca, que faz com que os brasileiros e portugueses se misturem na Escola sem distinção de cor, nacionalidade, credo ou religião.
O povo carioca e toda a imprensa (falada, escrita e televisiva) reconhecem os benefícios decorrentes dessa comunhão, na Escola, que mantém viva a chama da luso-brasilidade.

 

 


 

 

Sambas-enredo (clique no ano e ouça o samba):

1969
1970
1971
1972
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